Voltando e despachando livros!

Oi, gente.

Prometo que vou tentar, semana que vem, postar sobre a experiência dos lançamentos e dos shows do Fernando Ribeiro e dos Moonspell no Brasil. Tá difícil processar as emoções todas que vivi nessa semana. Melhores férias da minha vida. Mesmo tendo trabalhado pra caralho.

Mas chegando em casa, fomos fazer um pequeno levantamento de estoque e descobrimos que meus coelhos estão sumindo!

Sim, isso mesmo.

Recebemos um pedido grande de ‘Anacrônicas – contos mágicos e trágicos’ na volta da turnê de lançamento de Purgatorial e descobrimos algo que me fez ficar (ainda) mais feliz.  A tiragem inicial foi de 1.000 exemplares. Nesse levantamento que fizemos aqui vimos que, entre vendidos e distribuídos, já se foram mais de 650!

Então, tudo dando muito certo – estou otimista e quero comprar uma passagem pra Europa ano que vem, lembrem disso – até o fim do ano essa tiragem esgota.

Quem quiser autografado, na minha mão, por R$26,50 (frete incluso) e biscoito, só falar no inbox.

Não me responsabilizo pelo estado do biscoito ao chegar na sua residência… ou dos coelhos, por falar nisso.

deuseosdados

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Para que serve a Bienal do Livro?

Começou ontem a maior feira literária (ou de livros, já que não são necessariamente sinônimos) da América Latina: a Bienal do Livro do Rio de Janeiro. Durante dez dias, o longínquo RioCentro se torna um polo cultural, com palestras, bate-papos, mesas-redondas e livros. Muitos, muitos livros.

E filas, mas deixo para falar das filas  no meu Facebook que é para isso que redes sociais servem.

Por falar em ‘é para isso que serve’, queria responder uma provocação, que me chegou tanto via comentários de leitores em um grupo no Facebook (grupo que, aliás, recomendo) quanto da leitura do artigo que saiu hoje na Folha de São Paulo, em especial pela fala da querida Rejane Dias, editora executiva da Autêntica, que diz que um autor adulto pode “ficar perdido na Bienal… para o autor que não é conhecido fica complicado. Se um autor não atrai público, não faz sentido ir.”

Para que serve a Bienal?

Vai depender muito do seu envolvimento com o mundo dos livros e com o mercado editorial. Acompanhem:

  • Se você é leitor, mas consome poucos e bons livros: a Bienal é um lugar excelente para caçar novas aquisições. Editoras que nem sempre tem seus livros expostos nas livrarias fazem estandes. As editoras que tem entrada no varejo costumam levar parte do seu fundo de catalogo e fazem promoções. A diversidade bibliográfica na Bienal é gigantesca e sempre é possível encontrar alguma preciosidade.
  • Se você é leitor consumista, voraz e engajado: bem-vindo ao templo. Tem lançamentos, tem promoções, tem brindes, tem novidades, tem livros difíceis de encontrar. Tem autores internacionais para dar autógrafos. Tem autores nacionais (aos milhares) também. É como se fosse um parque de diversões – tem filas, comida cara, banheiros cheios e gente demais nos fins de semana, mas nos outros dias, depois das escolas, é pra fazer a festa.
  • Se você é autor: e aí não importa muito o tipo, a Bienal é uma excelente forma de crescimento pessoal e profissional. Seu livro está vendendo em um estande? Ótimo. Fique os dias que você conseguir lá! Interaja com o leitor, descubra onde você está acertando, onde está errando. Ainda procurando uma editora para chamar de sua? É um ótimo lugar para fazer contatos, conhecer catálogo e ver onde você tem mais chance no mercado editorial. Agora, atenção. Seja *profissional*. Seja *educado*. Não force a barra. Não ache que alguém tem a obrigação de recebê-lo. Não, não tem.
  • Se você trabalha na cadeia do livro e está procurando oportunidades: maior concentração de pessoas que decidem por metro quadrado. Mas vale o que eu disse ali em cima: Profissionalismo e educação NUNCA são demais.
  • E se você é editor, a Bienal serve para pular o muro que é a livraria e conhecer, olho no olho e cara a cara, o seu público. É onde dá para fazer aquele ajuste fino no marketing e no editorial. Além de ser a chance de rever amigos e encontrar alguns novos. 🙂

Pra mim?

É meu momento de lembrar que, olha, vale a pena. Não somos um país de leitores nem uma pátria educadora, mas tem esperança. Tem gente fazendo livro. Tem gente comprando livro. De todos os tipos. E isso é LINDO.

Não perco de jeito nenhum.

E estarei disponível para abraços, beijos e discussões acaloradas no estande da Aquário, lançando ‘Meu caderno de perguntas’, ‘Anacrônicas’, ‘O outro lado da cidade’ e corujando os outros lançamentos que Estevão e eu editamos: ‘Purgatorial’, ‘Ser pai de menina é…’, ‘As cores do esquisito’, ‘Tomai e bebei’ e os livros do Carlos Ruas!

PS: Vai ter biscoito. E Pirulito.

Onde encontrar ‘Anacrônicas – Contos Mágicos e Trágicos’?

Então…

Ando muito, muito atolada de serviço e este blog acabou ficando meio de lado. É difícil se manter fiel ao bom e velho blog e não cair no canto da sereia da praticidade e da instantaneidade das redes sociais. Dá a impressão de que blogs perderam espaço, pouco se comenta ou acompanha nessas plataformas.

É sempre uma questão de tempo!

É sempre uma questão de tempo!

Mas blogs são muito mais permanentes, as informações muito mais fáceis de encontrar e tem uma universalidade que as redes não tem. Afinal, você não precisa se logar, criar mais uma conta e coisa do tipo para ver um post em um blog.

Vou tentar colocar mais informações aqui, principalmente sobre minhas leituras e trabalhos.

Vamos começar com a pergunta da semana: “Ana, onde posso comprar seu livro?”

– Diretanacronicas2o comigo, via depósito bancário no Banco do Brasil, autografado e com amor. Mande email para anacrisrodrigues@gmail.com

– Direto na Aqualoja, a loja da Aquário, nossa editora. Lá, aceita cartão e outras facilidades.

– Nas lojas da Blooks, no Rio e em São Paulo!

– Na loja física da Arte & Letra, superparceira da Aquário.

-Na Nerdz, a loja da Jambô.

– Na Baratos da Ribeiro, em Botafogo

E online, nas grandes redes

Saraiva 

Cultura

Travessa

Livraria da Folha

Martins Fontes

Comix

O conto preferido da minha mãe

Não vou mentir aqui para vocês e dizer que minha mãe é minha maior fã. Ela deve ser a minha pior crítica, a mais dura. E é a leitora mais difícil de agradar. Ela lê de tudo, principalmente agora, com filhas criadas – vai dos clássicos aos eróticos, do religioso à biografia. E não é chegada em contos.

Ou seja, vida difícil a minha.

Vez por outra, eu acerto em cheio e ganho um elogio. Por exemplo, no geral, ela gostou de ‘Anacrônicas – Contos mágicos e trágicos’, embora alguns contos tenham agradado mais. E um se tornou com certeza o preferido dela.

“Por que, mãe?”

“Porque fala do que é ser mãe, da preocupação com os sentimentos de um filho. E tem coelhos.”

Então, para ela (que lê só em papel por enquanto) e para vocês, feliz dia das mães. Que vocês saibam traçar o mapa para onde seus filhos precisam chegar.

(E fica também como homenagem à Phoebe, a cachorrinha que aparece nesse conto, e a mãe dela, minha irmã. A Phoebe nos deixou faz poucas semanas, depois de uma vida longa e produtiva, em que ajudou um coelho a destruir jardins, preocupou-se com a alimentação para continuar magrela e passando pelos buracos mais minúsculos e comandou uma gangue de cadelas no nosso quintal.)

***

O mapa da Terra das Fadas

Para Nugu, o Selvagem

Março-novembro/2006.

Uma vida curta, mas plena

O menino chorava, desconsolado com a morte do coelhinho. O corpo, coberto com o pelo branco macio, estava ali, no lugar em que encerrara a sua curta vida de roedor despreocupado. Morrera de nada, de mansinho. Até mesmo a vira-lata, inimiga ferrenha e perseguidora implacável, parecia entristecida. Deitada, o nariz entre as patas, de vez em quando soltava um bufar, como se suspirasse.

A mãe fez eco com a cachorrinha. Estava cansada da cena. Compreendia a tristeza do menino, mas o que podia fazer?

– Anda, Miguel. É assim que a vida é… Os bichinhos morrem. Mamãe vai arranjar outro pra você.

Os olhos baixos, Miguel respondeu.

– Você não entende, mãe… O Nugu era o mais especial dos coelhos. Ele era…

A mãe ajoelhou-se pra ficar perto do rosto do menino.

– Ele era o que, amor?

Ergueu a cabeça, os olhos brilhando, das lágrimas e pelas lembranças.

– Era mágico! Esqueceu? Era amigo das fadas, você mesma contou…

A mãe deu um sorriso breve e afagou os cabelos castanhos.

– Então, ele deve estar bem… Provavelmente, está indo pro Mundo das Fadas…

As lágrimas voltaram a brilhar.

– E se ele não souber o caminho? Ele pode se perder… Mãe…

Ela respondeu distraída, já pensando no que fazer com fazer com o corpo do animal.

– O quê?

– Você não é bruxa? Poderia ajudar o Nugu… Fazer um mapa.

A proposta a pegou de surpresa. Sim, ela era “bruxa”, no sentido que adorava antigos deuses, fazia rituais para celebrar a mudança nas estações do ano e buscava conhecimentos mágicos. Mas tinha pouca, senão nenhuma, familiaridade com fadas.

– Mas como eu vou fazer isso, Guel?

Um sorriso brilhou, com a confiança que as crianças mais pequenas tem na infalibilidade dos pais.

– Fazendo, ué. Você é a mãe bruxa mais poderosa de todo o Universo…

Tentando acalmar o filho – e diminuir a própria tristeza, afinal ela própria iria sentir falta do coelho – sentou-se no chão.

– Vem aqui, querido – ela observou Nugu, que estava deitado. Parecia estar fingindo, como tantas vezes fizera para enganar Phoebe, a cachorra malhada. Ela aproximava-se, confiante de que finalmente o pegaria, para ganhar uma patada no focinho quando ele se erguia correndo para se esconder. Parecendo lembrar disso, a vira-lata levantou os olhos. Quem sabe não era mais um truque?

Ana sorriu, pois descobrira uma maneira de ajudar o filho a passar pela dor do luto.

– Vamos lá… Do que é feita a Terra das Fadas?

Ele nem piscou para responder.

– De coisas doces!

– E que coisas doces temos aqui?

Dessa vez, ele precisou de um tempo para responder.

– As goiabas, mãe?

Sorriso aberto, ela assentiu, concordando. Miguel disparou pelo quintal, na direção da árvore mirrada. Eles tinham sorte por conseguirem morar em um lugar onde pudessem ter uma árvore, bem no meio da cidade. O menino esticou os braços sob o olhar atento da mãe.

– Isso mesmo, filhote. Pegue aquela que está no galho mais baixo… Assim… Agora, traga aqui.

Ele voltou sorridente, a blusa coberta de poeira e folhas que caíram quando puxou a goiaba. A fruta foi colocada bem defronte ao focinho do coelho.

– Muito bem, e sabe o que mais tem na Terra das Fadas?

– Cores!!! Muitas cores! – ele não hesitou, cada vez mais confiante. A mãe não precisou dizer mais nada, pois o pequeno correu para colher algumas flores, acompanhado por Phoebe. Nugu, o Selvagem – como a mãe o chamava – devastara o pequeno quintal com seu apetite insaciável. Sobraram a goiabeira, a videira, um pé de acerola, muitas marias-sem-vergonha e flores rasteiras. Miguel voltou com as mãozinhas cheias de cores: vermelhas, amarelas, brancas, roxas, azuis. Uma boa coleção para indicar o caminho. Sem esperar ordem posterior, arrumou-as ao redor do bichinho com cuidado.

– Falta alguma coisa?

A mãe sorriu.

– Falta um pouco de esperança. Sem isso, como o Nugu vai achar o caminho?

Miguel baixou os olhos e encolheu os ombros, desolado.

– Mas mãe… Como a gente vai arrumar esperança?

Ela pareceu ficar pensativa.

– Bom, a cor que representa a esperança é verde…

Ela nem precisou terminar, pois ele deu um salto imediatamente.

– E as folhas são verdes! Eu vou usar as do pé-de-uva, porque eram as que o Nugu mais gostava e não conseguia alcançar.

A mãe conteve um arrepio ao vê-lo subir no banquinho de concreto para pegar folhas de parreira. Ele voltou com um punhado nas mãos, que entregou muito sério.

– Eu vou arrumá-las na direção da Terra das Fadas. Você sabe onde fica?

O menino apontou para o sol poente. Ela colocou-as em fila, saindo das patinhas da frente até quase a escada que descia para a casa onde moravam.

– Agora, vamos fechar os olhos e pensar em coisas boas…

– Eu já sei no que eu vou pensar, mãe. Vou imaginar o Nugu correndo na Terra das Fadas!

Os dois deram-se as mãos. Ana começou a pensar também, desejando que o bichinho estivesse bem, onde quer que fosse.

Um vento frio bateu, vindo do nascente para o poente. Ela abriu os olhos. Viu que Miguel batia palmas e sorria, enquanto Phoebe latia alucinada.

Um pequeno rodamoinho erguera as flores e folhas, que agora agitavam-se no ar.

– Olha, mãe, as fadas, elas vieram buscar o Nugu!

A cachorra parecia concordar, latindo e correndo, como se acenasse um adeus. Ana olhou para a mistura de cores a sua frente. Não tinha a pureza de seu filho ou da vira-lata, mas via borboletas no meio das pétalas.

E tufos de algodão, brancos e macios como pelo de coelho, também giravam alegremente. O rodamoinho avançou, envolvendo-a. Ela ouviu o som de gargalhadas alegres e pareceu sentir, pela última vez, o calor do coelho, que tantas vezes aninhara no colo.

Uma lufada mais forte e o pequeno tufão continuou sua jornada para o sol que terminava de se pôr. Phoebe deitou-se, quase tão esbaforida e exausta quanto Miguel, sentado ao seu lado.

Ana deu uma última olhada no corpo e de repente ele não parecia mais tão vivo quanto antes.

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Livros, livros, livros! Conheçam Anacrônicas – contos mágicos e trágicos

Dia mundial dos livros!

(Segundo diversos posts nas redes sociais! Se não for, tudo bem, aqui em casa todo dia é dia de livro!)

Cinco anos se passaram, muitos contos foram publicados e finalmente resolvei juntar meus continhos novos (além de antigos favoritos) em um novo volume de Anacrônicas. Ao contrário do primeiro, esse vem apenas com contos de fantasia. Mas também tem uma ilustração por conto, feitas – assim como a capa – pelo meu marido e editor (sim, a Aquário é nossa!) Estevão Ribeiro.

Você pode comprar direto comigo – e levar autografado – ou esperar um pouco, pois o livro chega nas livrarias em maio.

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A lista de contos escolhidos:

O mapa para a Terra das Fadas

Anacrônicas, 2009

Campeonato de beijar sapos

Crônicas da Fantasia, 2012

Deus embaralha, o Destino corta

Anacrônicas, 2009

Queda e paz

A Casa do Escudo Azul

Anacrônicas, 2009

A morte do Temerário

Espelhos Irreais, 2009

Lenda do Deserto

Anacrônicas, 2009

Mudanças

A princesa de toda a dor

Anacrônicas, 2009

A vila na areia

Como nos tornamos fogo

Anacrônicas, 2009

Viagem à terra das ilusões perdidas

Anacrônicas, 2009

Maria e a fada

Imaginários 3, 2010

O Ladrão-de-Sonhos

Fábrica dos Sonhos, 2014

Sono de beleza

Quotidianos, 2014

O eremita

Anacrônicas, 2009

Carta a monsenhor

Paradigmas 2, 2009

O longo caminho de volta

Cidades Indizíveis, 2011

Vida na estante

Anacrônicas, 2009

A menina do Val de Grifos

Bestiário, 2012

Os olhos de Joana

Anacrônicas, 2009

O ensurdecedor silêncio dos deuses

Arte e Letra, 2014

“É tarde!”

Anacrônicas, 2009

A dama de Shalott

Anacrônicas, 2009

Coloquei no Pinterest algumas fotos e ilustrações do livro. 🙂

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E 2015, o que vai trazer?

É Ano Novo.

Outra volta ao redor do sol.

Eu espero que traga muitas novidades. O ano já vai começar com duas: o Anacrônicas 2, agora com o título ‘Anacrônicas – contos trágicos e mágicos’, e meu conto em ‘O outro lado da cidade’ (que é ligado ao universo do Atlas, que eu espero que seja concluído em 2015). Os dois saem pela Aquário, que é a empreitada do meu marido no mundo editorial – sim, eu ajudo, né.

Tem outras coisas vindo, outras sendo gestadas, e algumas só pensadas.

Eu espero que seja um ano maravilhoso. Pra mim, para vocês. Para o mundo.

(Pronto, agora vou voltar a jogar videogame)

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outrocidade

Novidades e outras coisas

Então, gente!

A vida anda agitadíssima por aqui!

No próximo dia 21, terça-feira, o programa Atualidades, da Rádio MEC (800 AM) estará apresentando ao vivo uma mesa-redonda sobre Ficção Científica com os escritores Roberval Barcellos, Gerson Lodi-Ribeiro, Miguel Carqueija e eu, Ana Cristina Rodrigues, das 11 horas até meio-dia.

A Rádio MEC está disponível online.

E no próximo final de semana acontece a Fantasticon em São Paulo.

Estarei lá autografando/lançando ‘Anacrônicas’ e ‘Espelhos Irreais’, este junto com Aguinaldo Peres, no sábado, às 16:30, e no domingo, às 12:00.

E em breve, irei disponibilizar a minha programação na 67a WorldCon – Anticipation!

Nas demais novidades, ‘AnaCrônicas’ continua marcando presença online.

Eric Novello fez um breve comentário sobre o livro.

E Alvaro Domingues fez uma excelente resenha no site Homem Nerd.

(Aliás, ”Espelhos Irreais’ também ganhou uma bela resenha nesse mesmo site, tamém pelas mãos talentosas do Alvaro, que é um de nossos operários.)

AnaCrônicas está em mais duas redes sociais ‘literárias’, a recém-criada ‘O livreiro‘ e na ‘Library Thing‘ – sendo que nas duas eu descobri por acaso o livro por lá!

No caso do ‘Livreiro’, provavelmente eles chuparam do site da Cultura. Mas na Library Thing, foi uma pessoa – que eu não reconheci – que adicionou o livro na sua estante! Eu não consegui colocar na minha…

Só aproveitando o ensejo para divulgar meus projetos.

O Letra e Vídeo está de volta, com conto novo de Maria Helena Bandeira

O ‘Ficção Científica e Afins’ segue em frente. Tem dois posts falando sobre duas sensações do momento: vampiros e steampunk.

Por enquanto é só. Visitem, leiam, comentem!:)

Notícias, notas, etc, etc

Pois então, a vida continua. E eu já perdi a conta de quantas vezes começo um post/email/conversa com essa expressão.

Resumindo, um conto escrito a pedido e convite para uma antologia foi recusado. É meio díficil aceitar isso, mas é a vida. Pelo menos…

Ganhei um novo projeto. Aliás, se vocês forem ver ali do lado, ganhamos uma nova página, onde vou atualizar meus projetos em construção. Pretendo, em breve, colocar no ar uma versão da página de publicações que eu coloquei no meu blog em inglês. A loja da Traça vai entrar no site da Fábrica dos Sonhos, com um sistema de compras online que vai agilizar muito as coisas. Até o final do mês, espero ter novidades nesse sentido.

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A página do AnaCrônicas está atualizada, com links para resenhas e comentários, além dos locais de compra. Aliás, hoje mesmo inseri o link para a resenha do Fernando Trevisan, que está maravilhosa. Fico cada vez mais feliz com o resultado do livro.

Se por acaso você comentou sobre o livro em algum lugar na web, me avise que eu coloco na página com o maior prazer.

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Ah, no último post eu falei sobre a visita aos estudios MSP. Pra vocês verem que é verdade, aqui a prova. 😀

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Algumas curiosidades sobre as visitações a este blog:

Os cinco contos mais visitados tem sido:

Queda e Paz

A casa do Escudo Azul

A menina do Val de Grifos

Quem inventou o amor?

A dama da noite

Assim,  os dois primeiros são recentes e estão em certo destaque com links no orkut, mas os outros três tem subido no ‘ranking’ por palavras chaves, basicamente. Curioso isso.

(Um dos posts mais visitados é o que eu falo sobre Paradise Kiss, devido a presença de palavras como ‘mangá’, ‘shojo’ e da expressão ‘como fazer um mangá’)

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Ah, para quem perguntou:

O conto que está sendo adaptado pro projeto Inkshot é esse.

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Ah, não deixem de ler os novos mini/microcontos da Fábrica dos Sonhos!

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Agora, tenho que ir. Preciso escrever um conto em inglês, além de algumas twitfictions. E minha viagem ao Canadá está chegando!