[O que ando escrevendo] Fábulas Ferais

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As histórias contadas neste livro falam sobre os habitantes de Shangri-lá, Cidade das Feras e Lar das Bestas. Um lugar mágico e belo, mas que em seu horizonte está sempre a ameaça da guerra. Falam sobre Íbis, Maya, Lori e tantos outros que nos encantam com suas conquistas e perdas. Com uma escrita delicada, porém contundente, Ana Cristina nos leva para um universo incrível onde animais se unem, apesar das diferenças, para se proteger contra os Humanos e suas tentativas de destruir Shangri-lá.

Sim, tem livro novo chegando. Não, não é o Atlas, mas tem uma grande e profunda ligação com meu romance.

Fábulas Ferais chega em setembro pela Arte & Letra  e conta histórias de Shangri-lá, uma cidade habitada por animais e feras mitológicas, que tentam se entender apesar das diferenças e que tentam resistir aos avanços de forças obscuras. Tem lontras, minotauros, onças, pássaros, corujas e, claro, morcegos – Íbis está presente e é uma das figuras principais.

Tem crítica política, ironia e sarcasmo – mas talvez menos do que vocês possam esperar de mim, É uma espécie de prequel do Atlas, porém não só. É um livro que se entende por si só e que conta histórias que não cabiam no arco de Íbis no romance.

Espero mesmo que vocês gostem!

 

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[O que estou fazendo] Purgatorial, de Fernando Ribeiro

Eu traduzi Isaac Asimov.

Eu traduzi parte de ‘Tigana’, um dos grandes clássicos contemporâneos da Fantasia. E traduzi a trilogia original de Shannara, que deu o pontapé inicial na onda de fantasia nos moldes tolkenianos em que vivemos até hoje.

Trabalhei editorialmente em ‘Outlander’, um dos maiores best sellers do seu gênero. Também mexi em uma coletânea dos grandes George R. R. Martin e Gardner Dozois.

E antes já tinha editado uma coletânea de Nelson de Oliveira.

Mas nunca na vida tinha editado um livro de poesia. Traduzido poesia. Trabalhado com poesia.

Minha relação com rimas e métricas sempre foi de leitora – tirando, claro, aquela fase que todo adolescente com a sensibilidade mais aflorada passa, de tentar expressar-se assim, colocando sentimentos confusos em estrofes e versos. Para o bem da humanidade em geral e da literatura em particular, foi fase, passou e não deixou maiores danos. Só alguns documentos no Word que eu tenho dó de apagar.

Só li.

Os clássicos brasileiros, portugueses (yep, li Pessoa e Camões. Mas li Espanca, Sá-Carneiro, Bocage e por aí vai), os ingleses, os franceses e até os alemães (Ich sprache um pouco de Deutsch, dá pra arranhar um Goethe da vida numa tradução bilíngue).

Aí, numa nessas guinadas que a vida dá, virei editora da Aquário, a iniciativa mais legal do atual cenário editorial brasileiro. E eis que surgiu a oportunidade de trabalhar em um livro de poesia. Portuguesa. Contemporânea.

Do vocalista de uma das minhas bandas preferidas.

É. Eu travei um pouco na hora de cair a ficha. Eu acompanho o trabalho da banda desde 2001, mais ou menos. E sou completamente apaixonada pelas letras do Fernando Ribeiro. É uma questão de identificação e de inspiração – as músicas do Moonspell inspiraram alguns dos contos que mais me são caros, como “Queda e Paz” e “Como nos tornamos fogo“.

Foi difícil conseguir segurar a emoção da fã na hora de ser profissional, mas acho que consegui. Até porque o material que eu recebi é simplesmente maravilhoso.

A edição portuguesa é o conjunto de três livros anteriores do Fernando (Como escavar um abismoAs feridas essenciaisDialogo de vultos) com poesias inéditas. Quando negociamos uma edição nacional, logo surgiu a ideia: e se colocássemos material diversificado junto?

Ele adorou a ideia. E assim, a edição brasileira da Aquário tem mais conteúdo que a original, incluindo pequenos poemas sobre as cidades pelas quais ele passou na última turnê, contos, um ensaio sobre Crowley e pessoa, um extrato de um romance ainda inédito – e o que vai fazer os fãs do Moonspell surtarem: um diário da passagem da turnê Road to Extinction, em que o Fernando destila toda a sua sinceridade, com a qual tomamos contatos em seus posts no blog.

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O livro recebeu um trabalho gráfico lindo do Estevão Ribeiro (Editor da Aquário e meu marido, pra quem não sabe), que usou como base a capa original portuguesa da Saída de Emergência. Ele realmente caprichou nessa edição, cheia de detalhes que combinam com a essência de um livro tão diverso.

E agora, falo como leitora. Eu sou fã, mas sou crítica. Vocês sabem disso.

Se o livro não tivesse me tocado imensamente, eu não estaria aqui falando dele. Faria meu trabalho e só. Mas as poesias do Fernando Ribeiro tiveram em mim o mesmo impacto que as letras das músicas do Moonspell. Eu li o arquivo com elas de uma vez só, sem pensar em editar, revisar. O primeiro contato foi o de leitora – eu queria ter tido um olhar mais distante, mas foi impossível. Fui simplesmente arrastada.

Não entendo poesia. Sei do que eu gosto. Gosto de Pessoa, Augusto dos Anjos, Tennyson, Keats, algum Baudelaire e nem todo o Bilac.

E do Fernando Ribeiro – que tem óbvias influências de Pessoas, mas que me fez lembrar muito de Augusto dos Anjos, da sua ânsia de minúcias biológicas e escatológicas. Não sei explicar se existe diferença entre ser um compositor e ser um poeta, já que não sou nenhum dos dois. Mas há compositores que nunca me tocaram enquanto poetas. Aqui, o caso foi completamente diferente. Mesmo quando voltei ao livro para editá-lo e revisá-lo (mantendo, na parte em verso,  a grafia portuguesa sem o Acordo, como as poesias foram originalmente apresentadas), por vezes parei e selecionei trechos:

Assiste ao corpo o direito de renunciar ao mundo.
Assiste aos olhos o direito de reclamar legítima
defesa contra as cores.

Mas o estúpido sorriso
E o estúpido caminho
Não me ajudam a
Deixar de estar sozinho.
Uso a táctica do pedestal
Pela última vez
E já ninguém cá chega
Mas também ninguém fica.
(A táctica do pedestal)

Apetece-me o labirinto,
A morte,
A descida.
(Poema d’ amoníaco)

Rastos e restos,
Rasos e fundos.
Armadilhados de sede
no peito desfeito.
Em defesa, acrobacia do nada.
Guerra aberta, dimensionada no tudo.
(Rastos e restos)

Nada espero.
Tudo quero.
Se me dessem o mundo
enfiava-o na mala.
(Mala)

Colher-te das árvores
beber-te das poças
da pele de quem passava
distraído
pela ausência
de quem fomos.
(Bomba de pregos)

Isso é uma amostra. Meu arquivo com quotes desse livro tem quase 25 páginas no Word, só da parte de poesia.

O extrato de romance, ‘O Bairro das Pessoas’, tem uma prosa frenética, desenfreada, enquanto os contos são mais lovecraftianos e lentos em sua composição, com um cuidado especial na construção da atmosfera. Há dois textos de não-ficção: um relato sobre a morte do vocalista do Batóry e um pequeno ensaio sobre Pessoa e Crowley. Os dois, além de informativos, são uma pequena janela para o mosaico de influências que formam a poesia e as composições do autor.

A edição finaliza com um verdadeiro presente aos  fãs do Moonspell: o diário de turnê tem uma sinceridade rasgada, contando as dores de uma turnê, as dificuldades de se manter fiel ao sonho mesmo quando o mainstream musical já não encara o rock pesado (ou melhor dizendo, o rock em geral) tão bem. Sim, o Moonspell é conhecido no meio, tem fãs, mas isso não significa que tudo sejam flores, que os lugares sejam ótimos, que a divulgação ajude – ou que a vida pare de acontecer. E Fernando não esconde nada: o contato nem sempre fácil com os fãs, as más notícias que quebram a rotina, a hipocrisia musical portuguesa… está tudo ali, de forma nua e crua, despudorada, raivosa, amarga, mas gentil e doce por vezes.

Este post é para falar desse livro, do qual tenho um orgulho gigantesco. Mas também para convidar vocês para o lançamento. Com autógrafos. Sim, o Fernando Ribeiro está no Brasil, vai tocar no Rock in Rio e vai fazer uma pequena turnê com a banda. Aproveitando, também irá fazer lançamentos do livro. Serão dois no Rio, um em Curitiba e outro em São Paulo – em São Leopoldo (RS), o lançamento vai ser no show.

Eu estarei em todos (menos no de São Leopoldo) e mal posso esperar para compartilhar esse trabalho com vocês!

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George Martin e eu

Oi, pessoas.

Essas semanas tem sido confusas, agitadas e estressantes. Muito trabalho, Estevão de férias, falta de tempo para escrever.

Mas recebi a confirmação de uma boa notícia semana passada e gostaria de compartilhar com vocês.

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Fui convidada pelo Cesar Alcázar para participar dessa antologia, uma iniciativa maravilhosa de reunir o melhor na produção internacional de Espada & Magia com a nata da ficção fantástica nacional – e o Cesar achou que meu trabalho tinha gabarito para estar ali.

Sword & Sorcery talvez seja um dos rótulos mais antigos e conhecidos da Fantasia, um caminho que eu explorei pouco até hoje. Geralmente se passa em cenários desesperançados, com heróis sujos e motivos egoístas. Ninguém quer salvar o mundo, mas sim a própria pele. O grande nome é Robert Howard, criador do personagem-símbolo desse estilo, Conan da Ciméria.

Ooooooi, Conan. (OK, o filme é uma droga, mas o ator ficou ótimo)

Além de Howard, o livro conta com os nomes de Karl Edward Wagner, Fritz Leiber e Michael Moorcock (três autores que são essenciais na história da Fantasia, mas pouco conhecidos e publicados no Brasil), Saladin Ahmed (que lançou um romance de fantasia com clima mil-e-uma-noites) e um time brasileiro de dar inveja. Para coroar tudo, é a primeira vez que divido páginas com Max Mallmann, um dos meus escritores brasileiros preferidos.

A história ali contada faz parte do cenário do Grande Continente (antes conhecido como Finisterra), passando-se em um Portugal do século XIII que luta para expulsar os hassamitas de seu território. Jovens vão para a guerra, abandonando suas aldeias – e em uma delas, o pequeno lugarejo das Lameiras, próximo da vila de Ponte de Tábuas, a jovem curandeira Laurindinha se vê as voltas com decisões e mistérios envolvendo a Anta das Virgens.

Foi ótimo poder contar essa história, que me martelava a cabeça faz algum tempo. Tentei ser S&S sem ser muito presa ao que se espera do gênero, ou seja, fiz a minha releitura disso tudo do meu jeito. Só me resta esperar que vocês gostem.

Cada conquista dessas me dá um alívio, de estar conseguindo aos pouquinhos o meu lugar. Ralo bastante, enfrento muitas críticas – algumas bem injustas e de onde se menos espera – mas não desanimo. Se estou no meio de um time desses, não pode ser apenas por ‘conhecer as pessoas certas’, mas porque meu texto tem qualidades e eu não me escondo embaixo de uma pedra. Estou sempre colocando a cara a tapa e publicando onde tenho oportunidade.

E quem quiser conhecer mais sobre George R. R. Martin e o que acho do Mau Velhinho, não deixe de escutar o Literatus Cast 19, comigo!

 

 

Sete motivos para você parar o que está fazendo e comprar ‘A companhia negra’ na pré-venda

Então, moç@as, como estão?

Por aqui, muito, muito trabalho, contos a serem escritos, prazos me mordendo as canelas…

E continuo ansiosa para ter em mãos a edição nacional de ‘Black Company‘ – para vocês verem que ser fã vale a pena, em breve receberei um ARC da editora. O exemplar que já reservei vai para a Biblioteca da Casa da Leitura!

Para que vocês façam como eu e encomendem o seu exemplar, resolvi fazer uma listinha de bons motivos.

1- A bela capa da edição nacional. 

Ok. Eu SEI que não se julga um livro pela capa e tal, mas como não amar?

Apesar de não ser muito fã do Bernard Cornwell, sempre adorei as capas das edições nacionais e acho que essa está no mesmo estilo, mas ainda dentro do espírito da Companhia.

2- Muita gente boa gosta do Glen Cook.

Na lista, você pode incluir George R. R. Martin, Daniel Abraham, Steven Erikson (autor da mega-saga The Malazan book of the Fallen), Leonel Caldela e Eduardo Spohr. Na fanpage do livro, o comentário do Spohr é o seguinte:

“Neste extraordinário romance, Glen Cook nos transporta a um universo sombrio, a um mundo de traições e crueldade, povoado por criaturas fantásticas, onde tanto o aço quanto a magia são usados abertamente, para o bem e para o mal.”

Na verdade, ele quis dizer que o livro chuta bundas, mas é educado demais para isso.

3- É uma história completa

Apesar de ser o começo de uma grande saga  – com dez livros lançados, dois por vir e contos espalhados pelo mundo das antologias e revistas, ‘The Black Company’ tem começo, meio e fim. Claro que o fim deixa o gancho para continuar nos próximos livros, mas não é como NO PRIMEIRO LIVRO DAQUELE VELHO BARBUDO MALVADO QUE TODO MUNDO ESTÁ LENDO POR CAUSA DA SÉRIE DA HBO.

4- Precinho camarada

R$ 24,00 na Saraiva. Não procurei em outras, mas POXA! Tem entradas de cinema mais caras que isso!

5- O autor nunca viveu de escrever, só que nunca desistiu dos seus livros

Pode não parecer um bom motivo para muita gente, só que me tocou muito essa parte. O Glen Cook era funcionário da GM até recentemente, quando se aposentou. E continuou escrevendo, lutando e batalhando, publicando por boas editoras, sem desanimar, enquanto trabalhava durante o dia e criava 3 filhos. Me deu até vergonha de mim mesma, sabe? Então, se você acha que todo escritor de Fantasia lançado no Brasil é um multimilionário esnobe, essa é sua chance de conhecer alguém que faz por amor. Mesmo.

6- Tem dez livros já prontos!

Sim, nada de esperar a temporada de futebol americano terminar (NÉ MARTIN?). A saga está dividida até agora em três partes ( Books of the North, Books of the South e Books of The Glittering Stone), então sem choro nem ranger de dentes pensando em quando você poderá continuar suas aventuras!

7- Não é mais um genérico impulsionado pelo sucesso de ‘A song of Ice and Fire

Claro que as comparações são inevitáveis, não é? Mas o livro é da década de 1980 – a primeira edição é de 1984, quando o George R. R. Martin estava ainda longe de começar a escrever sobre Westeros. Faz parte de um movimento que se contrapôs a adoração do Tolkien e sua fantasia mais maniqueísta e iluminada – movimento que tem entre seus representantes Michael Moorcock e a saga de Elric de Melnibone (que ainda está inédita no Brasil, exceto pelo último livro que saiu pela Francisco Alves no milênio passado) e Gene Wolfe com seu Book of The New Sun (saiu em Portugal e é uma das coisas mais sombrias, loucas e desesperançadas que eu já li. ADOREI).

Eu ia adicionar um 8o motivo, mas 7 é um número místico… E porque o 8o seria ‘É MUITO BOM, COMPREM AGORA’!

Ana na Amazon!

Muitas novidades nesse começo de ano. E o Carnaval ainda nem chegou.

A editora Draco vem colocando vários de seus títulos disponíveis em formato eletrônico. E criou uma série chamada ‘Contos do Dragão’, com histórias curtas que sairam, em sua maioria, dos livros da série Imaginários.

E isso inclui Maria e a fada, uma fantasia histórica que faz parte da minha série Burgundia Phantastica (junto com Os olhos de Joana e A morte do Temerário)

Eu adoro azul e achei a capa linda! Adoraria ter o conto impresso com essa capinha azul!

Você pode adquirir o seu aqui. Não tem o seu kindle ainda? Você pode ter o livro mesmo assim, para ler em algum dos muitos aplicativos que a Amazon disponibiliza – tem pra PC, Mac, Ipad, Iphone…

E se o problema for o cartão internacional, em breve o conto estará disponível nas lojas brasileiras!

A Llyr em 2012!

É, eu sei. 2011 passou e eu nem mencionei a Llyr. Mas foi um ano muito estranho, entre a própria novidade de editar, algumas mudanças, a temporada anual de Seu Leopoldo no hospital e meu próprio pré-operatório (já operei, fiz a gastroplastia, estou me recuperando muito bem, obrigada).

Ano passado foi a descoberta de como é bom, cansativo e estressante a vida de editar livros. Aos poucos, estou tomando jeito e me acertando. Acho que esse ano vai ser melhor/mais fácil.

Em 2011, tive o prazer de publicar pessoas que eu já admirava de longa data, como Martha Argel, participar de uma coletânea organizada pelo grande Nelson de Oliveira e na companhia do mito Fausto Fawcett, conhecer o trabalho da Ana Flávia Abreu – que tem na sua saga uma das promessas do ‘YA’ fantástico nacional – e do Júlio Rocha, um dos autores mais ecléticos do Brasil… e  de descobrir dois novos escritores que tem tudo para construirem longas e saudáveis carreiras: Dennis Vinicius e Adriano Villa.

(Além de publicar um livro fofo de gatos do meu marido…^^)

E o que vou publicar esse ano?

‘Investigação Paranormal – O círculo dos inquisidores’ do Sergio Pereira Couto. O Sergio é um grande amigo, uma pessoa super-querida, um escritor muito talentoso e que tem uma habilidade imensa para a pesquisa. No ‘Investigação Paranormal’, ele juntou a Inquisição, igrejas e mosteiros espalhados pela Europa e as mais modernas técnicas de… caçar fantasmas. O resultado é uma história surpreendente, com personagens carismáticos. Enquanto o livro não sai, siga o Sergio, leia seu blog e saiba mais sobre o assunto!

‘Palladinum’ de Marcelo Amaral. É um livro bem voltado para o público jovem, uma fantasia de portal dinâmica e bem construída, relatando as aventuras da turma do jornal Página Pirata no Pesadelo Perpetuo. É o primeiro livro do Marcelo, que é designer e ilustrador (a capa é dele). Tem várias ilustrações – que você pode conferir exemplos aqui – e o livro ficou LINDO!

‘O Vento Norte’ de Claudio Villa. Já me perguntaram se é a continuação de ‘Pelo Sangue e Pela Fé’, primeiro livro do Claudio, auto-publicado pelo autor há alguns anos e já resenhado por aqui. Não é, apesar de se passar no mesmo universo ficcional, o mundo de Mirr. Para quem gosta de intrigas políticas e piratas!

‘O último mágico’ de Dennis Vinicius me surpreendeu ainda mais que ‘A Grande Criação de Nicolas’. É um romance mais adulto, voltado para o povo com mais de 14 anos. Fala de amor, responsabilidade, destino e confiança. O Dennis já divulgou uma prévia da capa.

Vou colocar no mercado também as continuações de ‘O portal’ de Eliane Raye e ‘A casa de ossos’ de Adriano Villa. O livro da Eliane é um mistério fantástico passado no Rio de Janeiro tendo a Pedra da Gávea como centro. Já ‘A casa de ossos’ é terror daqueles tradicionais, de dar pesadelos e te fazer pensar duas vezes antes de ir na cozinha de noite.

E quais as Novidades, com ‘N’ maiúsculo?

Eu precisava de um bom romance sobrenatural, já que as minhas autoras (Martha e Ana Flávia) decidiram que esse ano não teriamos livros novos. Me caiu nas mãos, enviado pela Diana Lima (que também é agente do Dennis) ‘O jardim dos anjos’ de Margareth Brusarosco. O encanto veio na hora, não consegui parar de ler. A história  tem humor e leveza, ao mesmo tempo em que tem um toque sombrio por trás.

Uma das recompensas de ter sido sempre muito ativo no cenário virtual foi ter conhecido muitos novos autores e acompanhado sua formação. Quando ‘O conservatório’ de Adriana Rodrigues chegou na minha caixa de entrada, eu sabia que ali estava uma obra que valia a pena ser lida. E acertei! Vampiros, confusões e aventuras, com um leve toque de humor.

E eu tinha dois vazios no catalogo da Llyr, pois me faltavam dois subgêneros essenciais… mas que foram preenchidos! (ainda tem um faltando, que é o steampunk! Estou esperado!)

‘A ordem do dragão’ de Alícia Azevedo é a nossa fantasia épica! Passada no universo de Alluim, tem personagens cativantes, relíquias poderosas… e dragões! Sim, eu gosto de dragões – e esse é o ano do dragão, né? Como o Herodes, nosso dragão residente (e namorado da Kôra, protagonista da série da Ana Flávia) está de férias, substitui-lo por deuses-dragões!

E finalmente, aceitei um original de Ficção Científica! ‘Quando Deus morreu’ do mestre Gerson Lodi-Ribeiro! É um orgulho imenso publicar uma obra de um autor tão significativo dentro da ficção especulativa nacional!

(… e ainda teremos algumas surpresas!)

Depois que divulguei essa lista no Facebook, alguns amigos perguntaram ‘o que te faz escolher um original ao invés de outro?’ Taí uma pergunta que pode parecer fácil, mas é complicada de responder.

Pra começo de conversa, decidi que só publico livros que eu gostaria de ter na minha estante. Isso me limita? Muito pouco, pois sou eclética, principalmente em se tratando de literatura fantástica. Leio de quase tudo, de terror ao romance sobrenatural, de FC hard a fantasia épica… Então, não vou me limitar por subgêneros, mas pelo livro em si. Não é porque eu gosto de romance sobrenatural que qualquer semi-paródia levada a sério de Crepúsculo vai passar pelo meu crivo.

O livro precisa prender minha atenção, preciso me importar com a trama e com os personagens, ficar curiosa com até onde tudo aquilo vai.  Por isso, eu peço as primeiras 30 páginas do original, antes de receber o manuscrito completo. Se eu passo desse estágio, as chances de querer ler o livro todo são grandes… E já encontrei originais bem escritos, com temas interessantes mas que não me mantiveram presa na frente do computador/papel tensa, querendo descobrir mais. Já larguei originais na primeira página, no primeiro parágrafo…

O autor precisa ter um bom domínio de sua própria língua, CLARO. Até porque, se você não entende a história, como vai se importar com ela? Cuidado na escolha das palavras (sério, para me impressionar não precisa fingir que engoliu um dicionário), evitar erros ortográficos em excesso, olhar bem onde coloca essas vírgulas…

Eu sei que ninguém é perfeito, pessoas cometem erros e originais são diamantes brutos, que precisam ser lapidados. Tem editor que acha que o livro tem que chegar prontinho na sua mão, é só revisar e diagramar antes de imprimir. Eu não. ADORO trabalhar o texto, é a parte que eu mais gosto. Só que quanto menos eu precisar interferir no texto, mais do que o autor escreveu é preservado. E até para agilizar o processo, eu busco escolher os livros que vão me dar menos trabalho.

E por fim, eu analiso a postura do autor. Não sou babá pra ficar pajeando ‘crianças’ que não sabem o que querem da vida. Sou profissional e quero trabalhar com profissionais.Quero um time de pessoas determinadas e competentes.

Não é fácil se tornar meu autor… parabéns pra quem conseguiu agradar a chata ranzinza aqui o suficiente!

Olha Os Passarinhos!

 

Então, pessoas!

 

Quarta-feira, dia 30, vamos nos reunir com muitas sementinhas e tirinhas para lançar o segundo volume de Os Passarinhos. A família aumentou, com mais personagens e convidados especiais. Esperamos vocês lá!

O que vem por aí – Fantasticon 2011

Como já é costumeiro nessa época do ano, vem aí a 5a Fantasticon!

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E como também é costumeiro, estarei lá!

/acontabancáriachora

Sim, porque além de palestras, mesas redondas, oficinas e etcs, a Moonshadows monta a melhor loja de literatura fantástica do Brasil durante o evento, com lançamentos e raridades!

E dessa vez, eu irei ajudar a esvaziar a carteira de vocês. Estou participando de três coletâneas lançadas lá, além de dois livros editados por mim – sem contar os outros livros dos quais participei, que também estarão a venda!

Até sexta-feira, irei postar sobre esses lançamentos.

Hoje, vou chamar vocês para a mesa-redonda/bate-papo que vai acontecer no sábado, dia 13, sobre História e Literatura Fantástica. Estarei lá falando das minhas duas grandes paixões profissionais, ao lado de Max Mallmann, Christopher Kastensmidt e Roberto Causo. Por juntar pessoas com vivências e formações bem diferenciadas, que escrevem usando a História como ferramenta cada um ao seu jeito, vai ser muito bacana.

Como todo o evento, o bate-papo é gratuito. A distribuição de senhas começa uma hora antes. E vale a pena conferir toda a programação – que está aqui.

Quem quiser me encontrar por lá, estarei nos três dias. Espero vocês por lá!

Um relato de um mês agitadissimo – e que ainda não terminou.

Ufa!

Finalmente, consegui parar um pouquinho para falar com vocês. Esse mês está sendo uma correria sem fim, já que estou participando do NaNoWriMo, finalizando a edição da Gastronomia Fantastica, revisando os originais de ‘Escrevi meu livro, e agora?’, além de estar envolvida com 3 outros projetos que irão fazer de 2011 um ano mais fantástico ainda (acho que a essa altura do campeonato, já podemos afirmar que o processo de consolidação da literatura fantástica no Brasil é irreversível e não uma ‘bolha’, felizmente!)

Para começar, o lançamento de Pequenos Heróis em São Paulo.

Se você ainda não conhece esse album do Estevão – ele roteirizou todas as histórias  e ainda co-editou o livro junto com o Mario Cesar – está perdendo uma das coisas mais legais dos quadrinhos brasileiros dos últimos anos. Afinal, é um conjunto de HQs feito para homenagear os heróis da DC. Ao contrário do que tem virado moda nos quadrinhos e na literatura daqui, as referências são claras, não tem necessidade de sair catando no Google para saber do que se está falando – e mesmo que você não saiba, as histórias são interessantes sozinhas. Vale a pena dar uma conferida na materia que saiu na Veja OnLine sobre o material. E tem uma história de brinde. 🙂

Bom, conseguimos aproveitar a FestComix para lançar o livro em São Paulo. No dia 16 de outubro, fizemos uma noite de autografos na livraria do Unibanco Artplex, na Rua Augusta.

Vitrine da Livraria

Pequenos Heróis na vitrine, foto roubada do Masquemario.net

A fila foi longa e 5 autores participaram. Além dos dois editores (o Mario também desenha a primeira história do livro), estiveram presentes o Leo Finocchi (da tira Nem Morto), Emerson Lopes (que ilustrou a história que aparece na matéria da Veja) e a Dandi – que é cosplayer e desenhista, coloriu uma história e está trabalhando num projeto misterioso com o Estevão.

Lançamento Pequenos Heróis SP 006

Um pouco da fila no lançamento

O lançamento foi um sucesso. Muita gente dos quadrinhos apareceu por lá, como Sidney Guzman, Guilherme Kroll e Fabio Catena, e os meus amigos da literatura fantástica também, como Eric Novello, Rober Pinheiro (e o Preto), José Roberto Vieira (com a Maya), Mushi, Andy Apochrifa, Fernando Trevisan (e a Roberta).

Lançamento Pequenos Heróis SP 004

Os quatro desenhistas no lançamento - a Dandi colorizou uma das histórias.

E no final da noite, quando davamos os ultimos autografos surge ele, Erick Santos, nosso editor na Draco, trazendo… A Corrente! Foi a primeira vez que tivemos o livro nas mãos, realmente emocionante.

Dia seguinte, atrapalhados com o horário de verão, quase chegamos atrasados na hora marcada para autografarmos na Festcomix! No fim, deu tudo certo, embora os meninos tenham autografado poucos exemplares – o album já estava esgotado na feira! Muita gente boa por lá, como Paulo Ramos, Danilo Beyruth, Zé Roberto Vieira, Andy ‘Apocrypha’, Cadu Simões e Fernando Trevisan.

Miguel estava presente e adorou, ficou simplesmente alucinado!

 

Miguel e Dandi, caracterizada como Vampira.

Sim, ele queria levar um desses para casa!

De volta ao Rio, era hora de nos prepararmos para o lançamento de ‘A Corrente’. Seguindo a tradição da editora Draco de não fazer apenas lançamentos, mas eventos, resolvemos trazer – até porque seriamos o primeiro lançamento carioca da casa editorial – um bate-papo temático, relacionado ao livro. O assunto? “Você tem medo de quê?”. E para ir lá conosco – na verdade, eu estava usando a minha identidade secreta de Cristina Rodriguez – chamamos duas pessoas que entendem do riscado: o Pedro Zumbrás Vieira, um dos responsáveis pela derrocada de literatura brasileira com seu ‘Memórias Desmortas de Brás Cubas’, e a Anny Lucard da Digital Rio FM, uma rádio online que toca… literatura fantástica brasileira.

Conseguimos estar todos ali quase pontualmente – um trânsito inesperado na Ponte quase nos fez perder a hora e a paciência com Miguel, o mais desesperado dentro do onibus parado. O enteado coruja fez questão de ir e estava preocupadissimo com a possibilidade de perder a hora. Mas no fim, tudo deu certo, chegamos a tempo.

Como vocês podem ver, o guri era o mais tenso da noite.

Dificil falar do bate-papo, afinal eu estava participando! Mas acho que tudo rolou muito bem. A Anny conduziu com leveza, apesar do nervosismo inicial. Começou naquele esquema de mesa redonda séria, mas depois passou a ser exatamente o que queriamos: um bate-papo sem aquela diferenciação rigida de quem fala o que e em que hora, com grande participação da platéia. Tem gente que teria um troço pela informalidade da coisa…

Anny e Pedro comprovando o clima descontraído da noite

Muitos e muito autográfos – tanto pro dono da noite quanto para o Pedro, Leo Finocchi e Emerson Lopes. Aliás, até eu autografei.

Fila

Estevão e Emerson autografando

Gostosuras para todos. Teve decoração temática de Halloween

Momento Pimpão

E eu ganhei... uma BOOKWORM! A Taíssa trouxe para mim!

Todos

Lançamento repleto de estrelas: teve Eduardo Spohr, Raphael Draccon, André Vianco, Carlos Patati, Rafael Lupo, Tomaz Adour, Emerson Lopes e Leo Finocchi, além dos participantes da mesa.

Tem outros dois relatos sobre o evento, da Anny e do meu padrinho Gerson Lodi-Ribeiro.

(O WordPress achou que tinha acabado. Ledo engano…)

A JediCon RJ para mim foi curtinha, com o medo de ficar ilhada pela chuva. E senti falta do clima de confraternização entre escritores que tivemos na participação do CLFC na JediCon RJ de 2008, em que fizemos uma grande festa.

Mas valeu por ter encontrado amigos como a Barbara da Usina de Letras, o querido Luís Eduardo Matta – o melhor escritor de thrillers do Brasil, junto com o Estevão, claro!, o meu físico predileto Daniel Dbohr Bezerra, o Henrique da AFERJ e por ter almoçado com o grande Clinton Davisson, o autor de FC mais polêmico de Macaé!

Clinton e eu ladeando R2D2

E logo na semana seguinte, começou a Riocomicon. Juro que tentamos de tudo para participarmos da festa da forma correta. Falamos com a organização que mandou que falassemos com a Travessa que… não nos deu lugar.

O que fizemos? Pegamos nossa mochila, juntamos o pessoal e colocamos os Pequenos Heróis em uma mesa. Foi no sábado, dia 13.

Plaquinha improvisada!

Quando eu disse 'mesa', era mesa mesmo. E ali atrás é um vagão de trem!

O lugar é sensacional – a estação é uma das mais bonitas, mais até do que a Central do Brasil e o fato de ainda ter os trens antigos lá parados aumentar a sensação de cyber-retro-steam do lugar. (Encontrei o Mestre Braulio Tavares por lá e ele também descreveu o lugar assim!)

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A criaturinha de galocha do Ben10 é Miguel, o Tenso. Esse menino vai ter uma ulcera se continuar se preocupando assim...

Não posso dizer que tudo correu maravilhosamente bem. Tinha muita gente, conseguimos puxar mais uma mesa… Porém, os “Grandes do Eventos” iam ocupar o lugar. Resultado? Fomos jogados lááááá para trás e com uma mesa para dividir por 7.

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Mas para quem estava com pouco espaço, esses dois estão muito folgados.

Muita gente passou por lá. A galera do Melhores do Mundo estava lá em peso – tanto os colunistas quanto os leitores, Mr. Rod Reis, Heitor Pitombo, Delfin, o já citado Braulio com o filho Gabriel… Entre muitos e muitos outros, que eu não vou lembrar o nome agora.

O grupo!

Ei, meninos! Sabem da última?

O grupo!

Vendemos tudo! Podem fazer a dancinha da vitória! (Emerson, Vitor Caffagi, Leo Finocchi, Mario, Estevão, Jaum e Raphael Salimena)

Iamos fechar com chave de ouro num final de semana inesquecível no estado de São Paulo, com a dobradinha JediCon – JundComics, mas a maratona cobrou seu preço. Estevão ficou de cama com sinusite  e teve que cancelar sua participação.

Mas eu já perdi a JediCon SP do ano passado e me arrependi. Então, esse ano decidi ir, mesmo que no bate-volta. Então, sábado de manhã estava lá na porta da FAPCON.

Preciso dizer que me diverti horrores? Toda vez que vou para São Paulo, fico querendo que inventem o teletransporte. Sei mais viver sem meu povo paulista não, gente!

(Ainda não tenho fotos, mas coloco aqui em breve!)

O evento foi divertidissimo, o clima estava ótimo e ainda conheci pessoalmente um bandigenti que só tinha contato virtual, como Georgette Sillen, a galera do Arena Fantástica e dona Debby Lennon. Ainda revi os amigos queridos Rober Pinheiro (e o Preto s2!), o Estronho Amado, o fofo Leandro Reis, o rei dos ETs Renato Azevedo, o hegemonico Clinton Davisson, a dama-morcega Giulia Moon, o argonauta Duda Falcão (agora atacando de editor e lançando uma coletânea sensacional), as lindas Mila Fernandes e Roberta Nunes, o Senhor das Noites Adoráveis Adriano Siqueira, os TarjaMen Richard Diegues- Gian Celli, o onipresente Silvio Alexandre, além do querido-além-dos-epitetos Sérgio Pereira Couto – que ainda me entrevistou para a AllTV. Apesar da certeza que falei besteira, quando for ao ar, eu aviso, tá?

E CLARO, o fofo editor draconiano-draconico Erick Santos que correu para levar um monte de livros e m fazer voltar carregada para casa. Quer ‘A Corrente’ autografado? Fale comigo. 😉

Pontos altos? A Orquestra? Os inumeros Darth Vaders? Os livros vendidos aos borbotões? O quase irresistível Mercado de Pulgas? A foto que quase custou a cabeça do R2D2?

Foi indescritível. E ainda tive o prazer de pegar em mãos meus exemplares de ‘Extraneus vol. 1 – Medieval Sci Fi’ e “À sombra do corvo”, livros que eu participo. Estão lindos, lindos, lindos!

(Quer ganhar um ‘Extraneus’? O Leandro tá com uma promo maravilhosa no blog dele! Quer o “À sombra do corvo”? Aguaaaaaarde!)

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Nossa, agora acho que foi tudo. Espero que o WordPress não me sacaneie mais! E as postagens voltam ao normal essa semana, aguardem!

O que vem por aí…

‘E então, Ana, quais são as novidades?’

Blogs

Fc e afins

Como quem é visitante do Comunidade FC já sabe, eu deixei a editoria do blog de notícias. Porém, sigo firme com o seu irmão, o blog criado na rede aoLimiar para abrigar resenhas, artigos, ensaios e textos opinativos sobre… Ficção Científica e coisas afins.

A partir dessa semana, ele será atualizado toda a terça-feira, sem falta, podendo ter outras atualizações semanais.

Nove Gatos

É, eu sei que pode parecer que abandonei o projeto, mas muito pelo contrário. Escrevi os quatro próximos capítulos e o blog volta a atividade nesta segunda, com um post sobre ‘O livro dos gatos’, história criada e ilustrada pelo Estevão, com texto meu. Então, vai ficar assim: 2as, novidades sobre ‘O livro dos gatos’. Às sextas feiras, um novo capítulo de ‘A casa dos nove gatos’.

Science Fiction made in Brasil

Meu blog em inglês sobre FC e Fantasia vai voltar a ativa. Essa semana, na 4a feira, tem post novo sobre onde ler a FC brasileira em outras línguas.

Boêmia literária, a revolução

Todas as 5as, uma troca de ideias sobre literatura, novas/velhas mídias e aquele velho papo de arte x mercado.

Livros

“Escrevi meu livro,e agora?’

O livro será publicado em uma parceria da Fábrica dos Sonhos e do Estronho pela Editora Literata, com prefácio do grande M. D. Amado e ilustrações de Estevão Ribeiro.

A data ainda não está definida, mas faremos o possível para que esteja pronto para o Fantasticon!

“Anacrônicas 2: ‘A ilha dos amores’ e outros contos mágicos”

Com a primeira edição de Anacrônicas perto de se esgotar (existe sim a possibilidade de uma segunda edição, mas isso ainda depende de alguns elementos), já comecei a selecionar contos para um segundo volume.  Nesse livro, irei incluir as flashfictions que publiquei em tweetzines como Nanoism e Thaumatrope.

Gastronomia Phantastica: receitas de outros mundos

O livro está quase finalizado, a capa está no finalzinho, os autores em breve receberão seus contratos… e o blog já está preparado para servir de portal para este banquete literário. 😉

Extraneus

A coletânea que abre a coleção, ‘Medieval Sci Fi’, tem um conto meu – Cartouche, a história de um tecnogitano que rouba um diamante do Duque de Gorgónia, com a ajuda de Noema, sua amiga medusa. A previsão de lançamento é setembro.

À sombra do corvo

Lembram dela? Pois é, ela foi convidada para participar dessa coletânea de poesias sombrias. Ainda não terminei a poesia, mas estou gostando bastante do resultado.

Imaginários 3

A coletânea de contos da editora Draco será lançada durante o Fantasticon 2010. E eu estarei lá!