História para ganhar um nome… e um final?

Update: O ‘sim’ ganhou e a partir de maio irei postar um capítulo de 1500 páginas toda segunda-feira aqui – a cada 4 capítulos, coloco no Scriptonauta. Quem irá receber uma cópia impressa exclusiva vai ser a Nyerika!

Direto da sessão ‘Mary Sue, seu passado a condena…’

Um dos lados bons da internet é que qualquer coisa pode ter uma sobrevida muito maior do que você espera.

E um dos lados ruins é que QUALQUER coisa pode ter uma sobrevida muito maior do que você espera.

Aí, faz umas duas semanas comecei a receber uns emails estranhos, pedindo confirmação de pingbacks em um site que para mim estava desativado – e que eu nunca administrei nem nada. Achei uma coincidência meio estranha, mas deixei para lá.

Mas continuou aparecendo. E aparecendo. 3, 4 emails por dia. Vencida pela insistência, abri um dos emails. E descobri que um dos primeiros sites a publicar textos meus – mesmo sendo fanfics – voltou! Sim, o Scriptonauta está aos poucos colocando seu conteúdo de volta. E dentre os textos que já estão no ar, está a minha tentativa de ser Tolkien. Sim, eu também tive minha fase.

História para ganhar um nome tem a minha Mary Sue de plantão, a meio-elfa (sim, pra mim é meio-elfa, meia elfa é uma meia feita por pessoas orelhudas) mercenária Drielle Moonvoice, um vilão malvado, uma mocinha que só faz bobagem, um amor impossível… e toda uma série de clichês. (Tem mais uma história com a personagem aqui )

Hora de confessar: eu gosto da personagem. E dessa história em especial – que ainda não está terminada. (Também gosto do meu Han Solo genérico, que saiu no conto da Scarium Pulp, por falar nisso)

Fiz esse post para perguntar a vocês, leitores: vale a pena continuar? Vocês querem saber o que acontece? Ou melhor largar isso de lado e me dedicar a outras histórias?

Para apimentar as coisas, vamos fazer uma promoção.

Se o “sim” ganhar, eu vou terminar a história e sortear um comentarista que irá receber um exemplar exclusivo do livro – feito por demanda.

Se o “não” ganhar, eu não vou terminar a história mas vou sortear um comentarista que poderá escolher qualquer um dos livros em que eu participo.

Mas assim, não vale comentários do tipo ‘deixa para lá, é uma m**** de história mesmo’ ou ‘continua, adorei’. Eu quero saber o porque de continuar ou não.

Valendo até o dia 20/04, para dar tempo de vocês lerem? Comentem aqui ou lá no Scriptonauta.

PS: O Scriptonauta foi uma grande experiência para mim. Recomendo mesmo a quem quer testar a internet como meio de publicação. Eles estão recebendo contos.

PS2: EU SEI que Drielle é o nome da namorada do Gorpo. Mas isso não quer dizer que ninguém mais possa usar o nome, pombas.;)

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17 comentários em “História para ganhar um nome… e um final?

  1. Que legal, é a primeira vez que eu leio um texto diretamente falando do Scriptonauta.
    Estivemos parados muito tempo, porque ficava tudo concentrado em uma pessoa só (A Dri, ops, Lorna Dannan), que não tinha como conciliar tudo. Mas agora, que cada um pode ter seu próprio login e senha para publicação, ficou muito mais fácil e pudemos “ressucitar” o site.
    Faltou dizer que o Scriptonauta foi, é, e sempre será gratuito. E, o que eu puder fazer para ajudar, “tamuzaí” 🙂
    (foi meio comercial isso?) rsrsrsrs

    1. Oi, Alecsander

      A Lorna continua gerenciando o site? Gostava muito do trabalho dela, ela foi uma das minhas primeiras incentivadoras.

      Fico muito contente mesmo com a volta do Scriptonauta, ainda mais nesse formato que permite comentários e maior interação. Espero que mais gente aproveite esse espaço!:)

  2. Opa! Perae que vou ler, mas desde ja dou todo apoio. Eu tb comecei a escrever por meio das fanfics e acho q são um excelente laboratório pra futuros escritores de originais. Fora q tem os reviews 😡 NAda melhor q fã pra criticar fã! Bora por a meia da elfa de fora pra todo mundo ver! Ahn…acho q ñ era bem isso…XD

    1. Pois é, eu comecei com fanfics, acho que tem uma online lá no Scriptonauta, depois vou colocar as outras – elas estavam offline por falta de lugar (admito: estava sem graça de colocar aqui, já que agora sou uma escritora “”séria””).

      E depois que ler, vem dizer se continua achando que vale a pena continuar ou não…

  3. Pô, isso me lembrou minha própria fase de ‘histórias desativadas’, sabe que aconteceu uma coisa parecida, mas não foi de terem desenterrado o dito cujo, foi eu que deixei em exposição uma pagina avulsa empoeirada, pois tava dando uma geral na bagunça…e não é que teve quem leu e adorou e pediu pra eu continuar, eu continuei e descobri que a coisa tomara vulto e eu estava adorando escrever sobre aquilo denovo? Até hoje agradeço muito a pessoa que esbarrou com o texto e me motivou a seguir em frente.

    A grosso modo eu digo, SIMM, continue, vc pode descobrir paisagens novas nas coisas que estava quase dando como morta e vai se embebedar com uma sensação num misto de nostalgia e desafio. Mas, vá lá, não vou fazer as coisas a zóio e vou lá ler teu texto, mas por hora é ‘simm’, rsrs.

    Bjoss, bom domingo!

    1. Oi, Verônica!

      Olha, desenterrar essas reliquias às vezes valem muito a pena, a gente retoma coisas que até já tinha esquecido. É o que eu quero fazer com esse.

      Valeu pelo apoio e fico esperando a sua leitura do texto, viu?

      Beijos e ótimo domingo!

  4. É claro que deve acabar a história. Tudo que fica inacabado nos persegue para sempre e, cá entre nós, ser perseguido por meio elfos não parece ser uma boa ideia…

  5. Uati? O Scriptonauta voltou? Que coisa boa… e ahhh… ou tia Hutt, é cada um tem seu personagem mercenário que merece e gosta de usar. Meu Daniel Summers continua na ativa mesmo depois de 11 anos!

  6. Pronto, li! Pelo menos a maior parte! XD O que acontece é que ñ é muito o tema de q gosto. Logo de cara, ao mostrar primeiro a princesinha que ia se casar e estava triste por se destino já me deixou de cabelo em pé e quase larguei. Mas a referencia a uma irmã no campo de batalha me prendeu. Gostei de ver as mulheres como soldados e estrtegistas, e adorei os diálogos ágeis e a ação, mesmo achando algumas situações precipitadas. A meio elfa tem uma língua afiada, amei. Me lembrou bastante as renunciantes da marion zimmer bradley, bem como o estilo narrativo. Acho q, com as revisões apropriadas, deve sim ser continuada essa estória. Mesmo ñ sendo algo que eu mesma fosse acompanhar está muito bem amarrada e divertida, com público garantido tenho certeza. Sou fã da Marion e ñ tenho muita certeza se existem autoras nacionais tão próximas do talento e sensibilidade dela, tanto em temas qto narrativa, como vc pelo pouco q apreendi dessa estória. Bora lá continuar!

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