“É tarde!”


O coelho branco olhou o relógio.
– Oh, meu Deus! É tarde!
Correu em disparada, com medo de não conseguir chegar a tempo. Para seu desespero, a garotinha loira acabara de se levantar, com a gata Diná no colo. Estava na hora de jantar, e sua babá chamava.
Só restou ao coelho branco guardar o relógio no bolso do colete. Sentado na raiz da árvore, olhou para o buraco por onde Alice deveria ter passado e suspirou.

Foi por tão pouco.

(Gostou desse conto? Tem esse e outros no meu livro, Anacrônicas. Informações aqui)
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Sobre anacristinarodrigues
Eu trabalho numa biblioteca. Estudo História. Escrevo. Leio. Traduzo. Uma traça que fala, basicamente.

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