Ou:
O que a Ana Anda Aprontando:
Crônicas do Grande Continente
Finisterra é o meu mais famoso ‘romance que não existe’. Nele, tudo é provisório, até o título. Se passa em um universo a parte, apelidado de ‘Grande Continente’, uma mistura de história, fantasia, ucronia e utopia, por enquanto tenho alguns contos no cenário. Para saber mais informações, procure aqui.
Ernst Amedée Barthelemy Mouchez, espião de Sua Majestade Imperial
Um hidrógrafo bem sucedido é na verdade espião do Império francês. Usa seus conhecimentos como disfarce para poder entrar em outros países e fazer suas observações, com a ajuda dos inventos do jovem Júlio Verne, assessor do Ministro de Assuntos Secretos. Um detetive steampunk a serviço de sua majestade, Napoleão III.
O cenário já tem um conto, ainda inédito e está ganhando um romance até o final do ano.
Do fim até o começo
Romance que pode ser de FC, já completo, em fase de revisão. Ela o amava tanto que quando tudo terminou, não pode deixar de se perguntar: “E se as coisas tivessem sido diferentes? E se tudo fosse diferente?’
Fuga de Lugar Algum
Noveleta de FC-Space Opera, sendo concluída, no cenário criado para o Universo Compartilhado da Fábrica dos Sonhos. Richard MacAran Davis é recrutado a força na Guerra contra os Cientistas Livres. E ele terá que se esforçar para não morrer.
O misterioso caso do livro desaparecido
Dois famosos detetives reunidos para desvendar um crime que deixou a polícia sem ação. E mais não digo sobre este conto.