Então, moç@as, como estão?
Por aqui, muito, muito trabalho, contos a serem escritos, prazos me mordendo as canelas…
E continuo ansiosa para ter em mãos a edição nacional de ‘Black Company‘ – para vocês verem que ser fã vale a pena, em breve receberei um ARC da editora. O exemplar que já reservei vai para a Biblioteca da Casa da Leitura!
Para que vocês façam como eu e encomendem o seu exemplar, resolvi fazer uma listinha de bons motivos.
1- A bela capa da edição nacional.
Ok. Eu SEI que não se julga um livro pela capa e tal, mas como não amar?
Apesar de não ser muito fã do Bernard Cornwell, sempre adorei as capas das edições nacionais e acho que essa está no mesmo estilo, mas ainda dentro do espírito da Companhia.
2- Muita gente boa gosta do Glen Cook.
Na lista, você pode incluir George R. R. Martin, Daniel Abraham, Steven Erikson (autor da mega-saga The Malazan book of the Fallen), Leonel Caldela e Eduardo Spohr. Na fanpage do livro, o comentário do Spohr é o seguinte:
“Neste extraordinário romance, Glen Cook nos transporta a um universo sombrio, a um mundo de traições e crueldade, povoado por criaturas fantásticas, onde tanto o aço quanto a magia são usados abertamente, para o bem e para o mal.”
Na verdade, ele quis dizer que o livro chuta bundas, mas é educado demais para isso.
3- É uma história completa
Apesar de ser o começo de uma grande saga - com dez livros lançados, dois por vir e contos espalhados pelo mundo das antologias e revistas, ‘The Black Company’ tem começo, meio e fim. Claro que o fim deixa o gancho para continuar nos próximos livros, mas não é como NO PRIMEIRO LIVRO DAQUELE VELHO BARBUDO MALVADO QUE TODO MUNDO ESTÁ LENDO POR CAUSA DA SÉRIE DA HBO.
4- Precinho camarada
R$ 24,00 na Saraiva. Não procurei em outras, mas POXA! Tem entradas de cinema mais caras que isso!
5- O autor nunca viveu de escrever, só que nunca desistiu dos seus livros
Pode não parecer um bom motivo para muita gente, só que me tocou muito essa parte. O Glen Cook era funcionário da GM até recentemente, quando se aposentou. E continuou escrevendo, lutando e batalhando, publicando por boas editoras, sem desanimar, enquanto trabalhava durante o dia e criava 3 filhos. Me deu até vergonha de mim mesma, sabe? Então, se você acha que todo escritor de Fantasia lançado no Brasil é um multimilionário esnobe, essa é sua chance de conhecer alguém que faz por amor. Mesmo.
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6- Tem dez livros já prontos!
Sim, nada de esperar a temporada de futebol americano terminar (NÉ MARTIN?). A saga está dividida até agora em três partes ( Books of the North, Books of the South e Books of The Glittering Stone), então sem choro nem ranger de dentes pensando em quando você poderá continuar suas aventuras!
7- Não é mais um genérico impulsionado pelo sucesso de ‘A song of Ice and Fire‘
Claro que as comparações são inevitáveis, não é? Mas o livro é da década de 1980 – a primeira edição é de 1984, quando o George R. R. Martin estava ainda longe de começar a escrever sobre Westeros. Faz parte de um movimento que se contrapôs a adoração do Tolkien e sua fantasia mais maniqueísta e iluminada – movimento que tem entre seus representantes Michael Moorcock e a saga de Elric de Melnibone (que ainda está inédita no Brasil, exceto pelo último livro que saiu pela Francisco Alves no milênio passado) e Gene Wolfe com seu Book of The New Sun (saiu em Portugal e é uma das coisas mais sombrias, loucas e desesperançadas que eu já li. ADOREI).
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Eu ia adicionar um 8o motivo, mas 7 é um número místico… E porque o 8o seria ‘É MUITO BOM, COMPREM AGORA’!

Eu julgo livro pela capa. E julgo hotel pelo layout do site.
Well, looks awesome. Mais um pra interminável lista de “Preciso comprar ASAP”. Ou antes que meu dinheiro acabe de vez.
;*
Também gostei e vou comprar logo, logo. Valeu a dica!